(continuação do artigo anterior em
http://fregablog.blogspot.com/2022/08/de-proscrito-mito-parte-ii-o-tenente.html)
Este é o terceiro artigo da série De Proscrito a Mito, disponível em
http://fregablog.blogspot.com/2022/08/de-proscrito-mito-parte-iii-o-limbo-1.html
Uma visão da ascensão, queda, ressurreição e sua futura passagem para a história como o homem que, sendo instrumento de poder de generais, obrou para instrumentalizar o Estado e colocar a democracia em xeque; sendo presidente, valeu-se da maior politização no uso de verbas públicas orçamentárias,chamado de Emendas do Relator, ou Orçamento Secreto, para sua sustentação política.
"Bolsonaro foi mau militar, só se salvou de não perder o posto de capitão porque foi salvo por um general que era amigo dele no Superior Tribunal Militar (STM). O ministro do Exército, que era o Leônidas [Pires Gonçalves], rompeu com esse general por causa disso."(Jarbas Passarinho).
O capitão insubordinado foi desligado do Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais - EsAO, permanecendo adido ao quadro.
Vendo que sua carreira havia se encerrado na prática, mas já tendo tomado gosto pelos espaços políticos, encaminhou sua candidatura a vereador no Rio de janeiro, cidade de maior concentração de unidades do Exército, com a plataforma de ser a voz dos militares.
Foi eleito.

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